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Stoïque

Afirmações estoicas

Afirmações estoicas para o luto, nas palavras dos estoicos

Os estoicos não proibiram o luto: Sêneca perdoa as lágrimas que não correm em excesso, admite que ninguém pode evitar a dor diante da morte dos mais queridos e confessa que ele mesmo foi vencido pela tristeza por seu amigo Aneu Sereno. O que examinaram foi a parte do luto que vem da opinião e do costume, e não da própria perda.

Nos textos

Sêneca · Letter 63, §1

We, however, may be forgiven for bursting into tears, if only our tears have not flowed to excess, and if we have checked them by our own efforts.

Richard Mott Gummere, 1917–1925 · Letter 63, §1

Sêneca · Letter 63, §14

He who writes these words to you is no other than I, who wept so excessively for my dear friend Annaeus Serenus that, in spite of my wishes, I must be included among the examples of men who have been overcome by grief.

Richard Mott Gummere, 1917–1925 · Letter 63, §14

Sêneca · To Marcia on Consolation, VII

Who denies it? provided it be reasonable? for we cannot help feeling a pang, and the stoutest-hearted of us are cast down not only at the death of those dearest to us, but even when they leave us on a journey.

Aubrey Stewart, 1889 · To Marcia on Consolation, VII

Marco Aurélio · Meditations, IX, 40

Another thus: How shall I not lose my little son? Thou thus: How shall I not be afraid to lose him?

George Long, 1862 · Meditations, IX, 40

Termos do glossário

No Stoïque, o tema de vida “Luto” abre as passagens sobre esse assunto, cada uma com sua referência. O tema faz parte do Stoic+.

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